O
Governo do Estado, por meio da Secretaria de Administração
Penitenciária (Seap), adquiriu mais nove aparelhos detectores de metais
portáteis em formato de banquinho. O equipamento detecta metais em
cavidades corpóreas e possui ajuste digital de sensibilidade com
diferentes níveis e avisos sonoro e luminoso, com barra de leds
indicativa. O aparelho começou a ser utilizado no dia 25 de setembro
deste ano, quando a Seap adquiriu a primeira unidade para ser testada na
Penitenciária Flósculo da Nóbrega (Presídio do Roger).
Com
a aprovação do equipamento por parte dos agentes lotados naquela
unidade prisional, o secretário de Administração Penitenciária, Wallber
Virgolino, determinou a aquisição de mais nove exemplares, totalizando
dez detectores, que começaram a ser usados nesta terça-feira (19).
“Estes novos equipamentos tecnológicos que entraram agora em
funcionamento fazem parte da politica de estruturação e automação das
unidades prisionais paraibanas, numa busca constante de minorar cada vez
mais a entrada de objetos ilícitos nas unidades prisionais. Nós
adquirimos o primeiro exemplar deste detector de metais há cerca de dois
meses, e como verificamos a eficácia do mesmo, resolvemos adquirir mais
unidades para funcionarem nas maiores unidades prisionais do Estado,
sendo que duas delas serão itinerantes e utilizadas pela Gerência de
Planejamento e Inteligência (Geplasi) da Seap”, explicou.
Virgolino
comentou ainda que este é mais um passo importante para o melhoramento
do monitoramento da entrada de materiais nas unidades prisionais,
minimizando constrangimentos durante as revistas íntimas, em consonância
com os direitos humanos.
Flagra na Máxima
– Na manhã desta quarta-feira (20), o detector de metais que entrou em
funcionamento na Penitenciária de Segurança Máxima Geraldo Beltrão, em
Mangabeira, detectou um aparelho celular em poder de Maria da Conceição
dos Santos, que iria visitar o apenado Gutemberg Moreira Muniz,
conhecido por ‘Berg’, condenado por assalto, recentemente transferido da
cidade de Guarabira por tentativa de fuga. Após encontrarem o celular,
as agentes lotadas naquela unidade também localizaram aproximadamente
cem gramas de maconha nas partes íntimas.
Segundo
o diretor da Unidade, João Rosas, “esse novo equipamento contribui com a
melhoria dos procedimentos de segurança, inibindo a entrada de ilícitos
no interior da unidade prisional, tornando possível uma contenção
qualificada e humanizada. Essa maneira esperamos sufocar o crime
organizado, que tenta de toda forma ordenar crimes de dentro das
Prisões”.
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