O cantor natural da cidade de São João do Rio do Peixe, da região de Cajazeiras, Flávio & Pisada Quente, está disparado com seu novo sucesso "O cara do Fiat Uno". O vídeo caiu no gosto popular e deve ficar entre os mais acessados do Brasil, pois os cliques aumentam a cada minuto é já está entre os mais comentados da internet. Um vídeo caseiro publicado no Youtube, por Jedson Leandro, da nova canção do músico sertanejo já está com 6.737.503 milhões de acessos. O vídeo caiu no gosto popular e já é um dos mais acessados do Brasil, onde 24.516 pessoas curtiram o vídeo do músico do interior paraibano. Veja!!!
Um menino de 11 anos de idade engravidou a mãe de um colega de escola, uma mulher de 36 anos, em Auckland, na Nova Zelândia. A informação é do jornal The Weekend Herald deste sábado (15). O diretor da escola contou à publicação que ficou chocado quando a criança revelou os detalhes. Ele lembrou que o menino disse "você não ficará feliz comigo".
- Ele então disse que tinha tido relações sexuais com a mãe do seu amigo e me disse que "aquilo precisava parar". De acordo com o jornal, a revelação de abuso sexual levou os conselheiros a pedir reforma nas leis de estupro no país. A lei da Nova Zelândia diz apenas que um homem pode ser acusado de estupro quando força o sexo. Já as mulheres que forçam a relação sexual podem ser acusadas de violação sexual. Ambos os crimes tem pena máxima de 20 anos. O estudante e o bebê estão aos cuidados da ministra da Justiça, Judith Collins, que afirmou que vai lutar para que a legislação atual, que não prevê que a mulher seja acusada de estupro, seja revista. - Uma mudança na lei é necessária.
O "milagre brasileiro está em pane", diz a manchete do jornal francês Le Monde desta terça-feira, que ainda dedica uma página inteira aos acontecimentos e à "maré humana" que varreram o País nos protestos contra a alta dos preços, a corrupção e os gastos com a Copa do Mundo. Segundo o jornal, o governo da presidente Dilma Roussef "paga hoje o preço" de uma revolta popular instigada pelas "despesas suntuosas da Copa do Mundo de 2014".
"Ao vermos, dia após dia, os manifestantes cada vez mais números irem às ruas para criticar à má administração e as quantias abissais investidas na organização da Copa do Mundo, enquanto os serviços públicos como a saúde e a educação estão em um estado deplorável, podemos questionar se os dirigentes (do País) não tiveram o olho maior do que a barriga", escreveu o Le Monde.
Segundo o jornal, uma conjunção de diferentes fatores fez desmoronar o "paradigma" de que a Copa do Mundo iria permitir desenvolver diferentes regiões do País. O primeiro fator, diz o vespertino, é o fraco crescimento econômico brasileiro, que sinaliza "perda de fôlego". Outro elemento importante é a inflação, "um tema sensível para os brasileiros", que "dá sinais de febre forte".
"A tudo isso se somam os anúncios sobre o custo suplementar astronômico das obras dos estádios. Alguns deles permanecerão carcaças vazias por falta de espectadores (após a Copa) e outros serão dificilmente acessíveis às pessoas de baixa renda em razão do aumento dos preços dos ingressos", diz o Le Monde.
Bastou então o aumento de R$ 0,20 do preço das passagens de ônibus em São Paulo, associada "a uma repressão desproporcional da polícia" para "atear fogo na pólvora", escreve o diário.
O Le Monde destaca que não apenas as autoridades "esqueceram" de mencionar que o transporte em São Paulo se torna um dos mais caros do mundo, já que cada usuário utiliza, em média, duas ou três passagens por dia, "mas eles também deixaram de evocar o estado do sistema de transportes, deplorável".
Protecionismo Em outro artigo, intitulado "o protecionismo de Dilma Rousseff pôs fim ao crescimento milagroso dos anos 2000", o diário francês critica o desempenho econômico do Brasil sob a gestão atual. "A presidente Dilma não tem a arte e o talento em economia de seu predecessor, Lula. Basta olhar a curva em declínio do crescimento" do PIB. 5º protesto reuniu 65 mil pessoas na capital paulistaClique no link para iniciar o vídeo 5º protesto reuniu 65 mil pessoas na capital paulista
O jornal destaca ainda que as taxas de juros estão subindo com o risco de uma inflação mais alta e que, apesar do bom desempenho da produção agrícola, a atividade industrial vem caindo no País. Outros indicadores negativos são as perdas registradas no ano pela bolsa de valores, o rebaixamento das notas dos bancos públicos e o consumo estagnado, escreve o Le Monde.
"Esses resultados são ainda mais decepcionantes se considerarmos que o governo brasileiro tentou estimular a demanda e os investimentos internos com políticas orçamentárias e monetárias generosas e por injeções maciças de recursos em 2012."
O jornal lembra que o"inamovível" ministro da Fazenda, Guido Mantega, repete que o Brasil sofre os efeitos da crise nos países ricos, sobretudo na Europa. "O problema não é apenas conjuntural. O ex-presidente Lula soube conciliar uma política social com um liberalismo econômico que ampliou a atividade. Dilma se voltou para um dirigismo econômico, que é reivindicado", escreve o Le Monde.
Para o diário francês, o aumento das tarifas de importação e o "patriotismo econômico" do governo estão prejudicando o sistema que permitiu ao País emergir nos anos 2000. Hoje, há o risco, escreve o jornal, de fuga de capitais do País, no momento em que ele deveria estar atraindo investimentos, já que o Brasil realiza inúmeras obras para a Copa do Mundo e as Olimpíadas
A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta terça-feira (18), durante discurso no Palácio do Planalto, que o governo "está ouvindo essas vozes pela mudança", em referência às manifestações desta segunda (17) que reuniram cerca de 250 mil pessoas em várias cidades do país.
Houve protestos em 12 capitais e em pelo menos outras 16 cidades. Os manifestantes reclamavam de aumento das tarifas de transporte, violência urbana, custos da Copa do Mundo, serviço público, entre outras reivindicações.
"Eu quero dizer que o meu governo está ouvindo essas vozes pela mudança. Meu governo está empenhado e comprometido com a transformação social", afirmou, durante solenidade de lançamento do projeto do marco regulatório da mineração.
As "vozes", segundo Dilma, "ultrapassam os mecanismos tradicionais das instituições, dos partidos políticos e da própria mídia". Nesta terça, o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, afirmou que está "dificil de entender" as manifestações.
A presidente relacionou temas presentes no discurso dos manifestantes e disse que os protestos emitiram uma "mensagem direta" à sociedade e aos governantes. Nessa mensagem, segundo Dilma, está "o repúdio à corrupção e ao uso indevido do dinheiro público".
"Os que foram ontem às ruas deram uma mensagem direta ao conjunto da sociedade, sobretudo aos governantes de todas as instâncias. Essa mensagem direta das ruas é por mais cidadania, por melhores escolas, melhores hospitais, postos de saúde, pelo direito à participação. Essa mensagem direta das ruas mostra a exigência de transporte público de qualidade e a preço justo. Essa mensagem direta das ruas é pelo direito de influir nas decisões de todos os governos, do Legislativo e do Judiciário. Essa mensagem direta das ruas é de repúdio à corrupção e ao uso indevido do dinheiro público", afirmou.
A "mensagem direta das ruas", disse, comprova o valor da participação dos cidadãos em busca de direitos. "E eu vou dizer aos senhores: a minha geração sabe quanto isso nos custou", afirmou.
Dilma afirmou que o Brasil "tem orgulho" dos manifestantes, ressaltou o "caráter pacífco" dos atos de protesto e elogiou a atuação das forças de segurança, embora tenha condenado os "atos isolados" de violência.
"O Brasil tem orgulho deles [os manifestantes]. Devemos louvar o caráter pacifico do atos públicos. O caráter pacífico dos atos públicos de ontem evidenciou também o correto tratamento dado pela segurança publica à livre manifestação popular", afirmou.
"Infelizmente, porém, é verdade, aconteceram atos isolados contra o patrimônio público e privado, o que devemos coibir com vigor. Toda violência é destrutiva, lamentável e só gera mais violência. Não podemos aceitar jamais conviver com ela. Isso no entanto não ofusca o espírito pacífico das pessoas que ontem foram às ruas democraticamente pedir pelos seus direitos", declarou.
Para Dilma, o Brasil acordou "mais forte" nesta terça. "A grandeza das manifestações de ontem comprovam a energia da nossa democracia, a força da voz da rua, o civismo da nossa população", disse.
Segundo ela, o governo compreende que as "exigências da população mudam". "Porque incluímos, porque elevamos a renda, porque ampliamos o acesso ao emprego, porque demos acesso a mais pessoas à educação, surgiram cidadãos que querem mais e que têm direito a mais", declarou.