Jornalistas,
representantes de organizações não governamentais, além de conselheiros
tutelares e autoridades ligadas à área da criança e adolescente
prestigiaram, na manhã desta sexta-feira (11), no Restaurante Mangai, em
João Pessoa, o lançamento do III Prêmio Criança.PB de Jornalismo e do I
Concurso de Boas Práticas – Em Defesa dos Direitos de Crianças e
Adolescentes voltado para instituições.
O
evento, promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de
Estado de Desenvolvimento Humano (Sedh), destina R$ 34,3 mil de
premiação total, que acontecerá durante solenidade marcada para o dia 18
de dezembro.
O
Prêmio Criança.PB de Jornalismo, que tem como tema “Enfrentando as
Violações de Direitos de Crianças e Adolescentes”, vai premiar em
dinheiro os 15 melhores trabalhos jornalísticos. Neste ano, a novidade é
que também haverá premiação para os três melhores trabalhos
desenvolvidos por estudantes universitários dos cursos de Comunicação
Social.
Os
primeiros lugares receberão R$ 3 mil e os segundos e terceiros lugares
receberão R$ 1,5 mil e R$ 1 mil, respectivamente. Já a Categoria
Universitária premiará o primeiro lugar com R$ 1 mil e o segundo e
terceiro lugar com R$ 500 e R$ 300, respectivamente.
As
inscrições podem ser feitas na sede do Criança.PB, localizado na ONG
Amazona – Associação de Prevenção à Aids, entre os dias 1º e 14 de
novembro, preferencialmente pelo horário da manhã. A ONG Amazona está
localizada na Rua João Amorim, 342, Centro, João Pessoa-PB. A ficha pode
ser acessada no site da Sedh.
Com
relação ao I Concurso de Boas Práticas – Em Defesa dos Direitos de
Crianças e Adolescentes serão selecionadas 10 experiências exitosas e
haverá um finalista que receberá a importância de R$ 5 mil, além de uma
gravação de documentário sobre a instituição ganhadora.
A
secretária da Sedh, Aparecida Ramos de Meneses, reforçou que a
premiação é uma forma do Governo do Estado incentivar os meios de
comunicação a ter um olhar mais cuidadoso com as causas da infância e
juventude. “Pretendemos alcançar o objetivo de que a imprensa possa se
voltar para as causas da criança e adolescente. A forma como uma matéria
é publicada na imprensa referente à criança e ao adolescente pode dizer
muito. Não se pode escrever ou falar em uma emissora de rádio ou TV
sobre o assunto de forma pejorativa Então, premiar os jornalistas e as
boas práticas para fazer valer o direito da criança e adolescente é
fundamental”, disse.
A
secretária Aparecida Ramos também lembrou sobre as piores formas de
violação de direitos da criança e adolescente como o trabalho infantil, o
abandono e a desproteção. “Na tentativa de coibir estas práticas,
lançamos campanha de proteção integral à criança e adolescente ‘Não
Finja que Não Viu’, onde visitamos municípios com maior índice de
denúncias de violência, além de ter elaborado um Plano Estadual de
Enfrentamento ao Abuso e a Exploração Sexual, que é uma de Estado”,
relatou.
Ela
frisou ainda que o Governo do Estado tem atuado firme no fortalecimento
de vínculos e que irá lançar o disque 123 para denúncias de violência
infantil. “Outra ação importante foi a implantação do Programa de
Proteção a Crianças Ameçadas de Morte (PPCam), que garante segurança a
vítima e também a família, com todo acompanhamento por uma equipe
multiprofissional”, disse.
Também
prestigiaram o lançamento do evento a executiva da Sedh, Ana Paula, a
presidente da Fundação de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente
“Alice de Almeida” (Fundac), Sandra Marrocos, a gerente de Proteção
Social Especial, Mayara Martins, e a coordenadora do Criança.PB, Janaína
Araújo.
Ainda
participaram da solenidade de lançamento os representantes do
Ministério Público, Clodine Azevedo; do Tribunal de Justiça, Norma
Gouveia, e Sérgio Lucena da Associação de Enfrentamento à Violação de
Direitos.

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