Os moradores da comunidade Porto de Cabedelo, na Grande João Pessoa,
realizam um protesto há dois dias na via de acesso a central de
abastecimento de combustíveis, na cidade de Cabedelo. Eles também
trancaram a entrada da cidade e uma fila de cerca de 80 caminhões já se
forma no local. Postos de combustíveis já estão sem o produto nas
bombas, na Capital paraibana. O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo da Paraíba (Sindipetro), Omar Hamad, disse que o protesto já gera crise de abastecimentos e além dos postos, hospitais e a polícia também serão afetados caso o protesto dure mais dias.
“A gente não tem capacidade de abastecimento para superar a greve. Desde sábado que os postos e outros setores como, por exemplo, hospitais e viaturas da Polícia Militar estão sem abastecimento. Muitos postos não têm produtos. Cerca de 90% da gasolina abastecida na Paraíba vem do Porto de Cabedelo”, disse Omar.
Os moradores cobram por melhorias na pista que dá acesso a central de abastecimento devido aos riscos de acidentes no trecho que corta a área urbana. Eles disseram que vão continuar com o protesto até quando tiverem os pedidos atendidos pelo governo municipal.
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