No dia 6 de fevereiro, o cinegrafista foi atingido na cabeça por um rojão aceso por Caio e Fábio, durante uma manifestação no centro do Rio de Janeiro. A morte cerebral de Santiago foi anunciada quatro dias depois.
Mussi entendeu que o pedido de habeas corpus não pode analisado porque o mérito de outro pedido de soltura, rejeitado pela Justiça do Rio de Janeiro, não foi julgado definitivamente.
No STJ, a defesa de Fábio Raposo e Caio de Souza alegou que eles devem ser soltos por não terem antecedentes criminais.
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